quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Cromos da Colecção "New Cascais Mobsters"
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012
A "Guerra" das Fundações...
Como refere
Noam Chomsky na sua lista das "10 estratégias de manipulação dos media e
da opinião pública " os 2 primeiros principios aplicam-se claramente nesta
pseudo guerra entre a autarquia e o governo e têm apenas o objectivo de
permitir a Carlos Carreiras afirmar-se como "defensor" da cultura
local perante os seus munícipes, colocando os interesses da sua região teóricamente
antes do seu próprio governo, tentando passar uma imagem de isenção e de pouca solidariedade política ... ele
que dizia aos ministros do governo Passos Coelho que a partir de agora teriam
pensar como políticos e não como gestores.
Senão vejamos
1ª Estratégia
- A estratégia da distração:
O elemento primordial do controlo social é a estratégia da
distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas
importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e económicas..
a 2ª Estratégia
é Criar problemas e depois oferecer soluções:
Cria-se um problema, uma “situação”
prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o
suplicante das medidas que se deseja fazer aceitar.,
Por exemplo criar
uma crise económica para que o povo aceite como um mal necessário o
retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
Analizemos o
histórico das declarações de vários responsáveis da autarquia:
- Dia 8 de
Agosto de manhã o Governo publica resultados da avaliação feita às fundações
autárquicas e das 10 a serem extintas constam a Fundação Paula Rego e a Fundação
D. Luis I, ambas em Cascais.
- Dia 8 de
Agosto pelas 23:00 o vereador do pelouro fiananceiro Nuno Piteira em declaração aos media diz : Neste
momento, os serviços camarários estão a "analisar as várias opções possíveis",
que poderão até passar pela fusão da fundação Paula Rego com a D. Luís I. "Pode
haver a fusão das duas, sim", admite o vereador.
- Dia 9 de
Agosto Carlos Carreiras pelas 15:00 diz em comunicado de imprensa e contrariando Nuno Piteira defende
que se a proposta governamental avançar será necessário “mais dinheiro e mais
investimento para, potencialmente, fazer menos e fazer pior do que aquilo
que é hoje assegurado com excelência pelas duas fundações".
Carlos Carreira sublinha ainda
que, a concretizar-se, a extinção das duas fundações irá traduzir-se numa “perda
significativa de prestígio internacional e da própria idoneidade do Estado
português”.
- Mais
tarde em comunicado de imprensa e cerca das 20:00 o líder socialista
local, Alexandre Sargento,
considerou que "contrariamente ao que o atual presidente da câmara afirma,
a extinção proposta pelo Governo das fundações D. Luís I e Paula Rego é uma
oportunidade de fazer mais e melhor com menos e considera que “pode ser
estruturada uma solução de apenas uma fundação que mantenha a capacidade de
recurso aos fundos do jogo afetos a projetos e programas exclusivamente de
interesse turístico e cultural, bem como de atuais e potenciais mecenas
privados".
O presidente da concelhia do PS sugere ainda que a nova
entidade a criar seja, "do ponto de vista dos encargos para o município,
menos onerosa do que a soma dos significativos encargos das atuais,
reorganizando e maximizando capacidades e competências, por forma a gerar uma
poupança significativa, real e não virtual".... ou seja o mesmo que
Nuno Piteira afirmou no seu comunicado inicial sobre a possivel fusão das duas
Fundações.
- No mesmo dia
pelas 21:00 António Capucho ex-presidente da CMC e comentador político diz em entrevista
na SIC Noticias que O ex-presidente da Câmara de Cascais, António Capucho
(PSD), considera que a proposta de extinção da Fundação Paula Rego,
apresentada pelo Governo à autarquia, “não faz sentido nenhum”, até porque a
instituição “não recebe um tostão de incentivos do Estado” pois os apoios públicos recebidos pelas
instituições resultam de benefícios da criação e extensão da zona de jogo do
Estoril, verbas “exclusivamente destinadas a projectos e programas de relevante
interesse turístico e cultural”.
“Há aqui um equívoco monumental que é o
Governo fazer as coisas em cima do joelho”, acrescentou António Capucho, que
defende que o Executivo “devia ouvir as entidades que estão a responder” antes
de tornar públicas as suas intenções. Em vez disso, critica, a Tutela “resolveu
fazer show-off e publicar nos jornais por todo o lado esta história que parece
ser popular de extinguir coisas”.
Conclusão:
Qual foi o objectivo ??? voltem ao principio deste texto e podem encontrar a
explicação...
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Em Cascais Cultura não é prioridade... o poder sim
A Fundação Paula Rego, Instituição gestora do Museu em Cascais Casa das Histórias Paula Rego, acaba de ser uma das fundações avaliadas pelo governo Passos Coelho e para a qual foi dada ordem de extinção.
Sabe-se que António Capucho pediu a demissão da sua direcção há uns meses atrás por não estar de acordo com as pressões vindas do actual presidente da CMC, Carlos Carreiras que, apesar de não ter a maioria, pretendia impôr as suas decisões junto daquela direcção e na gestão da Instituição.
Parece ser que Carlos Carreiras, após ter demitido o Director do Departamento de Cultura da CMC e ao que se sabe não ter nomeado ninguém para já em sua substituição, dando assim mostras de absoluto desprezo por este importantíssimo sector na região, encontrou agora forma de acabar definitivamente com a Fundação Paula Rego através da intervenção do governo e dentro do processo que está a decorrer de avaliação e extinção de fundações que não apresentem nota positiva e que estejam pura e simplesmente a esbanjar dinheiros públicos. Realidade que não parece ser a da Fundação Paula Rego pelo que tudo leva a crer tratar-se de mais uma manobra de bastidores do Fuhrer de Cascais para controlar mais um polo importante do seu Reich.
Até ao momento não houve nenhuma declaração de indignação proferida por Carlos Carreiras, que desde a saída de António Capucho assumiu a Direcção do Paula Rego, ao contrário de outros autarcas que manifestaram de imediato o seu desagrado em relação a processos semelhantes ...
Será que vai haver algum esclarecimento sobre esta triste realidade ? com transparência e verdade ?
Aguardemos então...
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quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Cascais - Bastião estratégico na conquista do poder global
O Bastião de Cascais é estratégico no ataque que se prepara a Oeiras e à capital, Lisboa.
Carlos Carreiras a mando dos seus superiores, Relvas e afins, tem por missão afirmar a sua posição em Cascais em 2013 e preparar a conquista de Lisboa, afastando definitivamente o PS do poder autárquico aí instalado. Tem por isso que ser um autarca "exemplar" e mostrar que a sua liderança em Cascais é a mais empreendedora , a mais inovadora, a mais iluminada e renovadora, sem margem para erros nem desprestígios e gerida com punho de ferro, num estilo marcado pela intransigência e prepotência, a que os seus objectivos lógicamente o obrigam, no sentido de dar o exemplo e projectar o aparente prestígio de governação autárquica by PSD na região da Grande Lisboa.
Certo é que o papel de Grande Ditador assenta em Carlos Carreiras como uma luva e entusiasmado pelo poder que lhe é conferido desde o governo, Carlos Carreiras vai dando largas à sua megalomania, abrindo fogo em todas as direcções, eliminando os inimigos que se lhe atravessam no caminho, sempre com o cuidado de passar uma imagem de grande empreendedor e grande visionário, afirmando que apenas o seu modelo defende e garante o desenvolvimento para a região de Cascais .
Carreiras quer ficar em Cascais, afirma, não quer ser governo nem quer certamente correr riscos de ver a sua imagem penalizada pelos compromissos impossiveis herdados por Passos com a Troika, preferindo a dimensão e a pacatez de Cascais, tornando o Concelho no seu feudo e gravando a fogo o seu reinado, impondo a sua figura à região e aos Cascalenses e ignorando toda a sua história e tradição, numa política marcadamente de "estaca zero": O antes e o depois de CC .
Gastam-se milhões em campanhas que apenas promovem a imagem do ditador... Milhões que a autarquia não tem e que em relação aos quais Carlos Carreiras se recusa a prestar esclarecimentos, demonstrando uma total falta de transparência sobre esta matéria. Ninguém sabe como estão as finanças da autarquia e quem sabe não diz pois sabe que a sua cabeça rolará de imediato.
É num ambiente mixto de terror, temor e aparente conformismo que se assiste a todo o desenvolvimento da máquina de propaganda de Carlos Carreiras em Cascais, que com enorme displicência gere a seu belo prazer os destinos da região e de todos os seus cidadãos, alguns elogiando inconscientemente os sucessivos "hapennings" que são pagos com o dinheiro de todos nós.
Questiona-se quem estará mais por detrás do financiamento desta gigantesca Campanha e quem está realmente empenhado na ascensão de Carlos Carreiras ao poder local ?
"Pensar Global e agir Local" tem sido o mote da Campanha de CC, repetido até à exaustão em todos os discursos que profere desde que "herdou" a Presidência da CMC. De facto a expressão "GLOCAL" , que CC diz arrogantemente ser de sua autoria, retrata plenamente a estratégia definida pelo Bloco/Regime de conquista de poder global em Portugal e no qual o bastião de Cascais tem um papel local fundamental.
Esta realidade deixa-nos fácilmente depreender que o financiamento pode ter a sua origem no próprio Orçamento de Estado e em dinheiros públicos, com a conivência do Governo, dentro dos esquemas e manipulações a que já nos habituou Miguel Relvas. Aliás Carlos Carreiras em recentes declarações chegou a dizer aos ministros independentes do governo, não declaradamente PSD's, que eles tinham que ser políticos nas suas decisões sobretudo em relação ao futuro orçamento de estado e no apoio às autarquias...
Teoria da conspiração, realidade ou ficção ??? o que é certo é que a história insiste em repetir-se , pois já noutros tempos Cascais serviu de quartel general para a reconquista de Lisboa.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Execuções sumárias continuam na CMC
Sucedem-se a um ritmo imparável e de forma metódica as "execuções" sumárias de várias direcções na CMC e nas empresas Municipais de Cascais, quer por extinção de cargos, quer por transferência entre departamentos ou outras empresas, quer por extinção das próprias empresas municipais que depois reaparecem com outra designação, ou inclusivamente algumas através de alegadas "promoções" mas que são óbviamente para fora do concelho, sendo que os cargos ou responsabilidades são sistemáticamente ocupados por "amigos do regime", "boys and girls" do partido e/ou alguns "Yes Man", gente de pouca estrutura ética e de atitude certamente mercenária.
Executados recentemente e exemplo claro desta política de eliminação estratégica foram o Dr. Domingos Antunes, Director da Polícia Municipal, o Arquitecto Diogo Capucho, Director do Planeamento do Território e Gestão Urbanística e o Dr. António Carvalho, Director do Departamento de Cultura. Pessoas de elevado brilho profissional e de enorme dedicação à região que são preteridas e afastadas por não servirem de forma cega os interesses do regime instituído.
Mais irão certamente seguir-se e estaremos atentos para denunciar ...
Quantas cabeças terão que rolar mais para que os Cascaenses se apercebam do complot que se está a montar nas nossas barbas e digam CHEGA a este desrespeito e a esta pouca vergonha.
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