quarta-feira, 12 de junho de 2013

Carlos Carreiras e os Tubarões de Cascais


A enorme polémica sobre o recente avistamento de tubarões junto à costa de Cascais parece ter a ver com um projecto experimental e confidencial de Carlos Carreiras na região e que o tão falado tubarão vegetariano é afinal de contas um dos veículos submarinos com que Carlos Carreiras e os seus colaboradores inspeccionam o fundo da baía de Cascais para decidirem o local exacto onde irão construir a sua nova sede de campanha para as autárquicas de 2017.

Certamente um bunker sub-marino e inacessível, longe do olhar e da ira dos populares que entretanto, informados das suas manobras  e do estado calamitoso da autarquia  e dos seus cofres, depois de dois anos de gestão danosa e despesismo desenfreado a que Carlos Carreiras submeteu a mesma na sua campanha pessoal e em prol da sua exclusiva imagem enquanto presidente não eleito, vão querer pedir contas e fazer justiça.

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Carlos Carreiras e a Sede Secreta do Viva Cascais


Carlos Carreiras sabe que, após os resultados das últimas sondagens autárquicas, a sua candidatura está por um fio e que dífilmente sairá vencedor. Os avisos que vêm do seu governo têm sido múltiplos e são para que se distancie o mais possível do mesmo para minimizar a penalização que daí advenha.

Daí percebermos que toda a campanha que tem vindo a ser montada da candidatura do Movimento Viva Cascais queira desvincular-se da ligação ao governo central e aos seus protagonistas mais polémicos e que são PSD’s, Passos, Relvas e Gaspar, e que se tenha “travestido” inclusivamente de movimento de “ cidadãos independentes “ , vejam só a ironia da coisa.

Carlos Carreiras vai lutar até à última e tentar ludibriar os cascalenses com a habilidade que lhe é conhecida no sentido de se afirmar como protagonista “independente” do Governo e dos partidos que representa ( PSD e CDS-PP )… o slogan da campanha “ Todos Somos Cascais “ revela essa evidência e parece ser resposta a um movimento de cidadãos, esse sim realmente independente, que parece  ameaçar o seu protagonismo e liderança.

Ora sabendo que Carlos Carreiras está teimosamente empenhado na conquista do poder em Cascais é fácil pensarmos que mesmo que as coisas não lhe corram de feição que o mesmo tenha preparada uma alternativa estratégica, um plano B, que lhe permita continuar a manipular tudo e todos de forma menos evidente ou mesmo invísivel, esperando assim por uma melhor oportunidade.

Temos constatado últimamente grandes movimentações sub-aquáticas ao largo de Cascais e um interesse exagerado no mar, sobretudo junto à Baía de Cascais onde têm ocurrido limpezas e diversas intervenções. Sabemos que Carreiras gosta de ter o seu espaço de intervenção junto a si e ao seu quartel general, basta vermos que todas as iniciativas sociais, culturais e de entretenimento se desenvolvem no centro de Cascais junto ao edificio da própria Camara Municipal, muitas das vezes transformando o centro da vila numa verdadeira feira popular. O recente livro lançado por Carlos Carreiras, que inclui um resumo das suas alegadas crónicas no jornal I ( dizem as más linguas que escritas por um jornalista conhecido )  e intitulado “Com Vista para o Atlântico “  parece também ser revelador.

Recentemente chegou-nos informação confidencial de que Carlos Carreiras encomendou a um arquitecto alemão, um arrojado projecto de criação de uma cidade sub-aquática, projecto que dá pelo nome de código “Cascais Atlântida” e que terá como polo experimental a criação de um núcleo secreto para onde Carlos Carreiras pretende transferir toda a sua máquina de poder e os seus boys/súbditos mais fiéis  caso não venha a conseguir sair vitorioso nas próximas eleições autárquicas.

O projecto tem inspiração no projecto secreto desenvolvido na altura da 2ª Guerra Mundial  por Adolf Hitler, que antecipando a sua derrota teria a intenção de continuar a desenvolver as suas doutrinas de criação de uma raça superior numas instalações super secretas situadas debaixo dos gelos da Antártida e mais tarde voltar a dominar o mundo. Informação mto interessante e que consta em ficheiros recentemente revelados pelos serviços secretos russos e que revelam que em paralelo decorria o desenvolvimento tecnológico de naves e veículos que incluem tecnologia desconhecida e que permitiriam enorme poder bélico e intervenção.

Check  em    http://youtu.be/MwUpPwyyvLw

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Carlos Carreiras e a Campanha do " Aliciamento Abusivo "


Enquanto que outros candidatos investem na sua comunicação e na dinamização das suas campanhas financiando as mesmas com fundos próprios eis que Carlos Carreiras cómodamente instalado no seu “trono autárquico” dá-se ao luxo de fazer campanha utilizando espaços pagos com dinheiros públicos certamente dos cofres da autarquia.

A campanha do Orçamento Participativo é um exemplo claríssimo de abuso de poder e de utilização de dinheiros públicos em prol da sua imagem, usando e abusando inclusivamente da boa vontade de cidadãos cascalenses que dão a cara pelo edil, afirmando o seu apoio à campanha traçada pelo mesmo, na ilusão de que estão a exercer um útil acto de cidadania e um contributo de retorno à generosidade e protagonismo aparentemente criados pelo “sr. presidente” e candidato Carlos Carreiras.

Prova desta realidade pode ser constatada na rotunda no Estoril de acesso à A5 onde um enorme outdoor de 30 metros pago pela Camara Municipal serve de propaganda ao regime de Carlos Carreiras, contrastando com os de outros candidatos aí colocados e personalizados com a imagem dos mesmos.

Carlos Carreiras manipula tudo e todos a seu belo prazer e continua a fazer campanha suja à custa de todos nós. 


segunda-feira, 6 de maio de 2013

As "Confidências do Estoril" by Carlos Carreiras e Miguel Pinto Luz



A 3ª Edição das Conferências do Estoril vem uma vez mais confirmar que a sua organização apenas serve um único propósito,  o de promover Carlos Carreiras e Miguel Pinto Luz, Presidente e Vice, respectivamente, da Camara Municipal de Cascais.

Os  9 milhões de euros que já foram gastos nas 3 edições da mesma não têm qualquer retorno para a região a não ser  o de criar visibilidade e protagonismo aos seus promotores, através da associação dos seus nomes e imagem à relevância e notoriedade dos oradores “convidados”, ou antes “contratados” já que são pagos principescamente com o dinheiro que é de todos nós .

Este ano foi ainda mais evidente pois, ao contrário de anos anteriores, não existia qualquer possibilidade de acesso através de inscrição sendo que as participações foram todas emitidas por convite a partir do gabinete do “senhor presidente” . Ficaram assim totalmente vedados e controlados os acessos às conferências não fossem aparecer indesejáveis em “contra corrente” a destabilizar toda a campanha de promoção de Carlos Carreiras e Miguel Pinto Luz.

Dos anunciados 1500 participantes parece ser que foram apenas 150 no primeiro dia já que, segundo fontes presentes no local , no acto de inauguração das conferências apenas 50 vips se encontravam nos 200 lugares dísponíveis e nos restantes 500 lugares estariam cerca de 100 participantes. A organização teve que à última hora fazer entrar os universitários que se encontravam numa sessão paralela, o Youth Summit, para compor a sala para a “fotografia”, realidade que pudémos confirmar em directo através da transmissão das conferências em “video stream” no site do evento.

Aliás foram os mesmos universitários que acabaram por salvar o evento e dar dinâmica ao mesmo graças às suas intervenções junto dos ilustres oradores, pagos a peso de ouro apenas para “português ver “.

Parece ser que mesmo “convidados” a maioria soube interpretar a intenção da sua presença e assim não se converterem em “enganados”, exemplo do candidato do PS, João Cordeiro, que publicou uma carta no seu FB dirigida ao presidente Carreiras, afirmando que entendia que o Concelho deveria ter outras prioridades e não gastar milhões na organização das referidas conferências,  justificando por isso a não aceitação do convite e recusando a sua participação nas mesmas. António Capucho actual Presidente da CMC nomeado não foi convidado e a candidata independente Isabel Magalhães cuja candidatura tem a sua simpatia também não.

Falava-se em 150 jornalistas presentes, número que novamente parece pecar pelo “0” a mais e a cobertura de media internacional nem vê-la. Aliás é evidente que as conferências do Estoril não têm qualquer reconhecimento a nível internacional, bastando fazer uma pesquisa no google em “Estoril Conferences” para confirmarmos que não existem quaisquer referências nos media internacionais às mesmas

E é assim que estes senhores continuam a usar a seu belo prazer os dinheiros da autarquia para investirem directamente na sua imagem e na sua promoção. Carlos Carreiras com Autárquicas à porta a querer ser desta vez o eleito presidente  e Miguel Pinto Luz que anseia por vôos mais altos, talvez o de preencher algum cargo no governo, oportunidade que poderá surgir em consequência de todas as remodelações a que temos assistido e às muitas que ainda estão para vir e para a qual Pinto Luz se perfila e promove.

A vontade dos cidadãos Cascalenses será expressa nas próximas eleições e Cascais saberá afastar quem usa e abusa do seu nome e do seu património económico para promover a sua subida ao poder. Cascais é hoje em dia e mais que nunca o espelho de um sistema partidário corrupto que os portugueses devem combater e que ao longo dos ultimos anos  nos trouxe à inimaginável e triste realidade que estamos a viver .

O mote das Conferências de “Global Challenges Local Answers” não poderia ser mais apropriado e os Cascalenses saberão certamente encontrar as respostas locais necessárias para assegurarem um futuro mais digno para si e para a sua região.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Os Boys nas Autarquias e as Quadrilhas dos Partidos

Hoje transcrevo dois artigos recentemente publicados, cujo conteúdo entendo deve ser amplamente divulgado e que descrevem, de forma clara e directa, a realidade que se vive nos partidos nacionais, sobretudo aqueles do bloco central que se revezam na disputa do poder.


A quadrilha dos aparelhos partidários

Henrique Monteiro no Expresso
9:45 Domingo, 14 de abril de 2013


O aparelho do PSD não gostou da nomeação de Miguel Poiares Maduro. Não lhe interessa as competências do novo ministro, nem nada que tenha a ver com o conhecimento dos dossiês ou a dedicação ao país. Apenas se preocupa com este ponto: o novo ministro não percebe nada de PSD e vai ter o dinheiro do QREN que vem da Europa.
Esta gente, estas autênticas quadrilhas têm um papel mais pernicioso na política atual que a corte tinha nas monarquias absolutas. Um desafio importante é saber como nos podemos livrar desta canga.

e os câmara boys
As câmaras municipais são as maiores agências de emprego do País.
   
Paulo Morais, 20 de Abril no Correio da Manhã

A integração de "boys" partidários nos quadros de pessoal das câmaras e empresas municipais é regra e, com a aproximação da data das eleições autárquicas, adivinha-se um despautério de admissões e nomeações em catadupa.
Esta situação é particularmente expressiva no que diz respeito aos dirigentes que, nas juventudes partidárias, organizam as campanhas eleitorais e arregimentam votos. Uma vez instalados nos seus "tachos", continuam por norma a trabalhar ao serviço dos partidos, mas remunerados à custa dos municípios. Ao longo dos últimos anos, este fenómeno agravou-se de tal forma que algumas empresas municipais mais parecem sedes partidárias dissimuladas.
Só o presidente de câmara e os caciques que dele dependem conseguem atribuir empregos que, em regra, beneficiam afilhados e familiares do presidente, os militantes do partido e os apaniguados das redes clientelares. Claro que a sua seleção raramente resulta do seu currículo ou das suas competências.
Estas práticas reiteradas, nomeadamente nos pequenos concelhos do interior, consolidam, na maioria do território nacional, a ideia de que o estudo, a formação e o esforço de nada adiantam. Fazem vingar a tese de que a qualidade do desempenho é irrelevante para ocupar um qualquer cargo. A qualidade não constitui critério de escolha de colaboradores, ou de progressão nas carreiras. A estrutura de recursos humanos está invertida. O profissionalismo foi dizimado pelo clientelismo.